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A pesquisa em psicologia sócio-histórica

A pesquisa em psicologia sócio-histórica:
Contribuições para o debate metodológico

Por: Adna  Souza

Vigotsk defende a concepção que não existe método sem fundamentações, conseguintemente que os indivíduas usam ferramentas como o meio social, a história pra se basearem, ele aponta os processos internos, que possuem manifestações externas, através de sinais.
Vigotsk a relação homem mundo é medida de acordo com os símbolos como os signos, fala, leitura. Adapta o homem a essas características assim se enquadrando no meio social e tornando apto ao maior desenvolvimento social.
Dar grande ênfase na linguagem, pois elas regem o processo sócio- histórico, a relações sociais, a individualização do indivíduo através da significação da coisa. Expõe que há diversas formas de falar, o desafio é descobrir o significado de cada palavra para determinado indivíduo.
Ele trata a pesquisa como produção de conhecimento, propulsor de desenvolvimento e compromisso social, é necessária uma avaliação para ver até onde se há uma prestação de serviço.
Concordamos com González Rey (1999) quando afirma que numa pesquisa de perspectiva qualitativa, deve se compreender o instrumento como um meio que serve para induzir a construção do sujeito.  Sendo assim o trabalho científico é um meio para de produção de indicadores, conseguintemente de resultados finais.
O homem é síntese de múltiplos fatores desde aspectos culturais até os históricos. Tendo o professor um importante papel psíquico, como orientador, influenciando nas escolhas dessas pessoas. No âmbito jurídico a linguagem é um gestor das ações, sendo essencial para o cumprimento das funções, também tendo o professor  indiretamente a capacidade de influencia em algumas decisões dos alunos

Vigosk tentou trazer através de seu trabalho, que a importância da analise do processo de sinais, para dedução da complexidade do sujeito.

BOOK, ANA MARIA. GRAÇAS, GONÇALVES.FURTADO, ODAIR. Capítulo 7. A pesquisa em psicologia sócio- histórica: Contribuições para o debate metodológico. ED. Cortez.

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